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2015: o ano dos eletrodomésticos inteligentes?

grande_93c8933f65d9ce987825f2d35e40a0764d3b449e A afirmação do título, feita por Jan Brockmann, diretor operacional da Electrolux, gerou desconfiança por parte de alguns especialistas, já que experiências passadas da própria marca deixaram alguns consumidores decepcionados. Obviamente que hoje a tecnologia está mais avançada, existe mais conhecimento sobre suas possibilidades, além de novos players para acirrar a concorrência, como Google e Apple. Segundo Brockmann, este será um ano de grandes lançamentos na linha de eletrodomésticos inteligentes para a Eletrolux. De acordo com suas previsões, dentro de cinco anos a empresa irá deter 10% do mercado. Um prognóstico ousado para quem hoje detém cerca de 1%. O analista do setor da NextMarket Insights e autor do informativo Smart Home Weekly, Michael Wolf, acredita que o momento é positivo porque os preços das tecnologias estão diminuindo. Mas, por outro lado, ele mesmo alerta que a sociedade nunca entendeu plenamente o potencial e os benefícios de uma casa inteligente ou de um eletrodoméstico conectado à internet. Indagações à parte, uma coisa é certa: o investimento nesse setor tem sido cada vez mais pesado e a sede tecnológica da sociedade tem evoluído exponencialmente. A prova disso são os US$ 3,2 bilhões que o Google, em parceria com a Whirlpool, Mercedes Benz e Kwikset, investiu na Nest Labs, no cerne da oferta de automação residencial. A tendência é que os eletrodomésticos inteligentes se tornem uma realidade palpável no futuro. Mas quando? Isso ainda é difícil de prever.