Regras para criação de animais de estimação em condomínios

É preciso respeitar o limite do outro para tornar a convivência entre vizinhos e bichinhos mais agradável.

25 de abril de 2017

 

Os bichinhos domésticos estão cada vez mais presentes nos condomínios. Mas como manter uma boa convivência e não atrapalhar o dia a dia de outros moradores?  Vamos dar algumas dicas de como você e seu animal de estimação devem se comportar para não passar vergonha.

Primeiro, é fundamental que existam regras claras para todos os condôminos seguirem. O condomínio deve explicitar no regulamento interno ou convenção exatamente o que é permitido em suas áreas comuns.

Respeitar normas de convivência não quer dizer que seu cachorro ou gato está proibido de circular no condomínio. Você pode andar com ele da porta de sua residência até a rua. Mas se a regra diz que devem evitar a presença do cão no parquinho, por exemplo, evite. Não contrarie o que é estabelecido por lei.

Normalmente, os regulamentos dizem para transitar com o animal de estimação pelos elevadores de serviços; proíbem que ele ande livremente pelo prédio; incentivam os donos a carregarem sempre a carteira de vacinação para comprovar que os bichinhos têm boa saúde e pedem para sempre circular, dentro das áreas permitidas, com coleira e guia.

Vale ressaltar que, dependendo da raça, alguns cães devem circular com focinheira. E uma medida de segurança para ter animal no condomínio, seja cão ou gato, é que tenham consigo alguma placa de identificação, com nome e número do dono.

Sobre os barulhos, os cães devem ser controlados pelos seus donos (com palavras de ordem e obediência, nunca com violência) desde pequeno. Seguindo essas dicas, vocês vão manter, com certeza, um bom relacionamento com todos os condôminos.