A planta baixa, cresceu. E agora está em 3D

Mais uma inovação da Tecnisa que promete melhorar a experiência do cliente no momento de analisar um empreendimento em construção.

9 de abril de 2015

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Aí você pega aquela folha de papel cheia de linhas contínuas e tracejadas, números por m² e formatos geométricos que tentam representar alguns móveis, e se pergunta: “será que eu sou cego ou não consigo ver um apartamento aqui?” Não se preocupe, a dificuldade para entender uma planta baixa não é apenas sua.
Pensando nisso a Tecnisa inova mais uma vez. Para facilitar a experiência de compra de seus clientes, a construtora começou a transformar as plantas baixas em plantas em 3D, trazendo uma visualização mais próxima do real do apartamento analisado. A escala de 1:50 escolhida para representar o imóvel permite que o cliente possa ver com perfeição a proporção dos ambientes em relação à ocupação dos móveis.
Veja abaixo a peça criada para mostrar o Reserva Manacá, de 241m²:

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Feito em impressora 3D, a planta é 30% mais barata do que a maquetagem artesanal tradicional. Ou seja, a tecnologia da impressão 3D já vem mostrando suas vantagens financeiras para o mercado e a Tecnisa aproveitou o momento para resolver o problema da visualização das plantas baixas, reportado por grande parte daqueles que estão em busca de um imóvel.